Encontro da Arte Folclórica: intercambistas ministram oficinas gastronômicas na Guairacá

Públicado em 25/08/2017
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Oficinas culinárias e apresentações culturais marcaram a semana na Faculdade Guairacá. As atividades fazem parte do XXX Encontro da Arte Folclórica promovido pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), que tem o objetivo de incentivar e promover manifestações étnico culturais da região. A Guairacá foi uma das parceiras do projeto por mais um ano consecutivo, por entender que atividades dessa natureza propiciam aproximação nos ideais de resgate e fortalecimento ao patrimônio cultural.

Na Cozinha Didática da instituição ocorreram oficinas culinárias com acadêmicos do 3º e 4º Período do curso de Tecnologia em Gastronomia. A atividade foi realizada durante a disciplina de Cozinha das Américas com o professor Renato Gabriel de Lima e, na ocasião, foi ministrada por intercambistas que puderam apresentar alguns pratos típicos de suas regiões.

Maria Regina Vargas, professora aposentada da Unicentro e coordenadora da Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati), esteve presente auxiliando nas preparações da culinária peruana. A professora ficou maravilhada com a experiência. “Tinha curiosidade para conhecer o trabalho em uma cozinha profissional e fiquei encantada pelo que presenciei, lembra muito dos programas de talentos culinários que vemos na televisão. Os alunos são bem habilidosos e interessados, precisam coordenar tempo, equipamento, espaço e receita. Quem passa pelo curso de Gastronomia realmente sai preparado para qualquer desafio”.

O acadêmico Rubens Carlos de Lima, do 3º Período, anotou bem as dicas dos intercambistas e elogiou grandemente a iniciativa. “Valeu muito a experiência. Nas aulas geralmente temos a ficha técnica em mãos, mas quem é do país de origem da receita possui um jeito especial de preparar”.

A coordenadora do curso de Tecnologia em Gastronomia da Guairacá, professora Leila Pires, ressaltou a importância de atividades culturais como essa. “Essa troca é riquíssima. Muitas vezes o aluno não tem a oportunidade de ir até o país para acompanhar de perto as suas preparações típicas e essa é uma forma do país vir até ele. Essa também é uma troca para os dois lados, tanto para nossos alunos, como para os intercambistas, visto que eles também têm a curiosidade de conhecer alguns dos nossos pratos”.

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