Alongamento, sim ou não?

Públicado em 22/11/2017
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Existem muitas dúvidas sobre o alongamento, se devemos ou não fazer. Isso acontece principalmente entre aquelas pessoas que praticam exercícios físicos regulares.

A literatura nos diz que o alongamento é importante na prevenção de lesões musculares e também para se ter uma boa flexibilidade e elasticidade para a realização das atividades diárias. A flexibilidade é importante não só para atletas, mas também para pessoas sedentárias, como exemplo: para subir escada, andar, sentar, levantar, ir de um lugar para o outro, etc.

Os exercícios de alongamento melhoram a mobilidade articular e diminuem as tensões musculares, levando ao relaxamento muscular, aliviando dores causadas pelo estresse muscular do treinamento, além de aumentar a sensação de bem estar e melhora no humor.

Para as pessoas que praticam exercício físico regular é recomendado aquecimento inicial antes da prática, o que pode ser, dependendo da modalidade, o gesto esportivo ou a execução do movimento sem carga ou carga reduzida, o que irá preparar a musculatura e articulação para prática esportiva. Já o alongamento pós exercício tem como finalidade evitar o encurtamento muscular.

Os exercícios de alongamento são importantes na rotina diária, pois com o passar da idade a musculatura começa a perder a elasticidade e flexibilidade.

Recomenda-se a prática do alongamento pelo menos uma vez ao dia, para que o corpo adquira maior flexibilidade, ajudando na correção da postura, desenvolvendo a elasticidade, melhorando habilidade articular, retirando as tensões dos músculos e das articulações, ou seja, o alongamento traz benefícios para todo o nosso organismo.

Então ao acordar reserve alguns minutos para se “esticar” e alongar, começando seu dia de forma mais prazerosa e disposto para as próximas horas. Fazendo isso todos os dias tornaremos essa prática parte da rotina diária, lembrando também que você pode alongar várias vezes ao dia.

 

Essa matéria foi produto da disciplina de Reabilitação Motora ofertada no curso de Educação Física Bacharelado 8º Período na Faculdade Guairacá, realizada pelas acadêmicas Suellen Aparecida Monteiro e Thais Aparecida de Ramos Pereira, sob responsabilidade da professora Hilana Rickli Fiuza Martins, como parte da difusão de conhecimento para a comunidade. Projeto Integrador Reabilitação Motora.

 

 

Esse texto foi baseado em artigos científicos como:

ACHOUR, Júnior A. (1997). Avaliando a flexibilidade: manual de instruções. Londrina: Midiograf.

ALMEIDA et. al. Alongamento muscular: suas implicações na performance e na prevenção de lesões. Fisioter. Mov., Curitiba, v. 22, n. 3, p. 335-343, jul./set. 2009.

ALMEIDA, Tathiane Tavares de; JABUR, Marcelo Nogueira. Mitos e verdades sobre flexibilidade: reflexões sobre o treinamento de flexibilidade na saúde dos seres humanos. Motricidade, vol. 3, num. 1, jan. 2007, p. 337-344. Desafio Singular, Unipessoal, Lda. Vila Real, Portugal.

MARCHAND EAA (2002). Condicionamento de flexibilidade. Disponível em Revista Digital – Buenos Aires. 8(53).

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