Seminário de Gestão Pedagógica na Educação Básica foi atração na Guairacá essa semana

Públicado em 22/09/2017
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O Colegiado de Pedagogia da Faculdade Guairacá promoveu nos dias 20, 21 e 22 de setembro o Seminário de Gestão Pedagógica na Educação Básica. Durante os três foram serão debatidas as perspectivas da gestão pedagógica na contemporaneidade, os desafios e possibilidades para a construção da escola democrática.

Para abrir o evento, a instituição recebeu o Prof. Dr. Ademir Nunes Gonçalves para a palestra ‘Gestão Escolar: sensos e contrassensos contemporâneos’. Ele iniciou sua fala fazendo uma análise da atual conjuntura vivenciada. “Em uma retrospectiva histórica, o que a Constituição de 88 nos garantiu, hoje está muito tênue para acabar, não apenas direitos, mas deveres também. Não adianta falar como poderia ser uma escola democrática se o processo democrático está com problemas a serem resolvidos”.

Segundo o Prof. Dr. Ademir, antes de falar sobre gestão escolar e democrática é necessário discutir sobre o que rege a vida e, ao mesmo tempo, chamando a atenção para que os acadêmicos tenham consciência de que serão os futuros gestores e que a profissão exige do sujeito profissionalismo. “Ele precisa dessa historicidade para verificar até que ponto a escola tem condições de ser preservada uma instituição pública, no sentido que é para todos, e ao mesmo tempo até que ponto a democracia ainda é viva dentro desse ambiente escolar”.

A Prof. Ms. Ana Cristina Hammel também esteve presente no Seminário de Gestão Pedagógica na Guairacá proferindo palestra sobre ‘Gestão da escola pública do campo, uma tentativa de construção democrática’, a partir da experiência construída no Colégio Estadual do Campo Iraci Salete Strozak.

De acordo com a palestrante, a tendência democrática da escola não pode consistir apenas em que um operário manual se torne qualificado, mas em que cada cidadão possa se tornar governante. “Todo mundo fala na gestão e na qualidade da participação do sujeito da escola, mas nenhum sujeito vai se tornar dirigente ou governante se ele não aprender isso e aprender desde pequeno”, apontou. Nesse sentido, Ana Cristina chamou a atenção para o que é permitido na escola para que a criança se torne governante.

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