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Guia das profissões: por que estudar Fisioterapia na UniGuairacá?

Desde 2008, o curso vem formando profissionais de destaque no mercado de trabalho.

Por: Viviane Moreira

- 24/01/2025 15h17

O curso de Fisioterapia da UniGuairacá Centro Universitário surgiu em 2008 e continua trazendo êxito e prestígio para a faculdade. O Colegiado é formado por especialistas, mestres e doutores com experiência clínica e na docência. Durante o curso, o aluno tem contato com as inúmeras áreas de atuação, adquirindo um amplo conhecimento. “Nosso diferencial é proporcionar o contato do aluno com todas as especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), e ofertamos estágio supervisionado por professores com experiência nas áreas de fisioterapia aquática, fisioterapia na saúde da mulher e do homem, fisioterapia cardiorrespiratória ambulatorial e hospitalar, fisioterapia traumato-ortopédica e esportiva e fisioterapia neurofuncional e pediátrica”, explica a coordenadora do curso, professora Hilana Fiuza.

Na graduação, o aluno é preparado para o mercado de trabalho com salas especializadas, e ainda conta com a Policlínica Guairacá, onde entram em contato com os pacientes e praticam os atendimentos e as teorias que aprenderam nas aulas. Na clínica, há a promoção da habilitação físico-motora com grande suporte tecnológico, para pessoas de todas as idades e classes sociais.

Áreas de atuação

O mercado de trabalho do fisioterapeuta é muito amplo. O profissional pode atuar em ambientes como unidades básicas de saúde, clínicas/serviços de reabilitação, hospitais, atendimentos domiciliares, teleatendimento, e equipes esportivas (como por exemplo, nas Olimpíadas). Atualmente o COFFITO, reconhece 16 especialidades, sendo elas: Fisioterapia em Acupuntura; Fisioterapia Aquática; Fisioterapia Cardiovascular; Fisioterapia Dermatofuncional; Fisioterapia Esportiva; Fisioterapia em Gerontologia; Fisioterapia do Trabalho; Fisioterapia Neurofuncional; Fisioterapia em Oncologia; Fisioterapia em Reumatologia; Fisioterapia Respiratória; Fisioterapia Traumato-Ortopédica; Fisioterapia em Osteopatia; Fisioterapia em Quiropraxia; Fisioterapia em Saúde da Mulher; e Fisioterapia em Terapia Intensiva.


O que dizem os alunos?

Angelis Aparecida Silva é egressa do curso e está formada há três anos. Desde que se formou está inserida no mercado de trabalho e escolheu esse curso para fazer o bem ao próximo. “Sempre tive o desejo de, por meio da minha profissão, contribuir para o bem-estar das pessoas e ajudá-las de forma significativa. Escolhi a UniGuairacá pela sua estrutura e pela qualidade de ensino, fatores determinantes para minha decisão”, comenta.

Durante a graduação, Angelis passou por uma experiência,  que, com certeza, foi o alicerce para sua atuação profissional. Na UniGuairacá, ela pôde conquistar o conhecimento técnico-científico necessário para oferecer tratamentos de qualidade, sempre pautados pela empatia e pelo olhar humano. Esses valores, aliados à formação sólida, permitiram atender às demandas da profissão de forma ética e eficaz. “Tive acesso a salas modernas, uma clínica bem equipada e, sobretudo, professores qualificados, que desempenharam um papel fundamental na minha formação, capacitando-me a ingressar no mercado de trabalho com segurança e competência”, compartilha a fisioterapeuta. 

Outra egressa do curso é a Amanda Castro, formada há seis anos. Logo após a faculdade, ela iniciou a Residência Técnica por quatro anos, e hoje em dia já atua como fisioterapeuta. “A faculdade me deu a base, com certeza. E a experiência na Policlínica também me ajudou bastante nos atendimentos domiciliares que eu faço hoje. Eu lembro bastante da clínica e dos professores, todos muito qualificados”, explica Amanda.

Quem ainda está no curso também está satisfeito e feliz com a qualidade do ensino e estrutura, como é o caso de Heloísa Schier Froehner, aluna do último período, que é apaixonada pela profissão e pela faculdade. “Eu escolhi o curso pelo fato de que sempre quis ajudar as pessoas. E escolhi a UniGuairacá, pois foi a faculdade que me fez ‘brilhar os olhos’ como minha mãe fala, pois quando visitei e conheci a estrutura, cada lugar que eu conhecia me deixava mais encantada. Ali eu sabia que era o lugar que eu iria começar a fase mais importante da minha vida”, destaca a estudante. Heloísa ainda ressalta sobre como os professores são prestativos e eficientes, além  de todo o suporte fornecido pela faculdade.

Maria Eduarda Federle é formanda do curso e a paixão pela área da saúde vem da infância, pois sempre prezou pela importância do cuidado e do carinho com o próximo. Um dos motivos pelos quais Maria escolheu a instituição, foi porque estudou no Colégio Guairacá e também pela admiração que tem pela Policlínica Guairacá, onde ela e sua família já foram atendidos muitas vezes. “Minha experiência na graduação foi muito boa, pude aprender com professores excepcionais. Não tem outra experiência melhor do que estar em contato com o paciente, nas práticas. A prática também é algo que nos leva a amadurecer muito mais rápido, como profissionais e como pessoas”, compartilha Maria.

Dicas para quem quer cursar Fisioterapia na UniGuairacá

A coordenadora do curso, professora Hilana Fiuza, preparou algumas dicas para quem está pensando em cursar Fisioterapia na UniGuairacá. Para ela,  é importante saber as áreas de atuação, visto que, como Fisioterapia uma ciência que estuda a função do movimento humano, sua graduação será baseada em disciplinas das áreas de ciências biológicas e saúde. “A Fisioterapia estuda, diagnostica, trata e previne distúrbios da função do movimento humano, que são decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. Com isso, o profissional formado em Fisioterapia trabalha empregando técnicas como manuais, terapias aquáticas, uso de equipamentos e exercícios, a fim de tratar problemas causados por doenças, lesões e traumas. Por exemplo, quem tem asma (doença) tem falta de ar, tosse, chiado no peito e intolerância ao exercício, e o fisioterapeuta usa recursos para tratar esses problemas, melhorando a qualidade de vida do paciente”, explica Hilana.