Acontece na UniGuairacá
2º Simpósio de Superdotação e Altas Habilidades promove debate sobre identificação e acompanhamento
Evento realizado em parceria com o Colegiado de Psicologia da UniGuairacá reuniu profissionais, estudantes, familiares e comunidade para discutir o tema.
Por: Maria Eduarda Melo
- 10/08/2026 20h24
O 2º Simpósio de Superdotação e Altas Habilidades: Manejo Clínico e Escolar para Crianças, Adolescentes e Adultos Superdotados e 2E reuniu na última sexta (07), a comunidade acadêmica em uma programação voltada ao debate de informações científicas sobre altas habilidades e superdotação. Realizado em parceria com o Colegiado de Psicologia da UniGuairacá, o encontro contou com profissionais de diferentes áreas, que compartilharam experiências e conhecimentos sobre a identificação, avaliação e acompanhamento de pessoas com altas habilidades e superdotação em diferentes fases da vida.
Entre as participantes estiveram a Dra. Aline Tomasi, neuropediatra; Tatieli Zevirikóski, psicopedagoga, estudante de Psicologia e uma das organizadoras; Paolla Orchanheski, psicóloga clínica com atuação voltada a altas habilidades e superdotação em adultos; Gabriele Zaiatz, psicóloga clínica com experiência em infância, juventude, altas habilidades e superdotação e dupla excepcionalidade (2E); e Adriana Custodio, psicóloga especialista em Neuropsicologia, mediadora e também responsável pela organização do evento.
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Ao longo da programação, foram abordadas as características associadas às altas habilidades, os desafios enfrentados por famílias e profissionais e a importância da identificação adequada. As discussões também trataram das possibilidades de acompanhamento nos ambientes clínico, escolar e social, considerando as necessidades de cada pessoa. A participação do público também fez parte do encontro, com espaço para perguntas, troca de experiências e discussão de situações relacionadas ao cotidiano de pessoas com altas habilidades e suas famílias.
O simpósio chamou atenção para a necessidade de ampliar o conhecimento da sociedade sobre o tema e combater ideias equivocadas relacionadas à superdotação, destacando como a identificação das altas habilidades pode contribuir para que essas pessoas recebam acompanhamento adequado e tenham suas potencialidades desenvolvidas.













































