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Aluna do Mestrado da UniGuairacá desenvolve ação de educação em saúde bucal na África

O projeto teve como objetivo ensinar crianças a importância da higiene bucal e como manter uma saúde oral adequada.

16/10/2023 15h35

Durante o projeto voluntário à Manhiça, Moçambique, na África, Daniela Prestes Virmond desenvolveu uma importante ação de educação em saúde bucal. 

O projeto faz parte de sua pesquisa no Mestrado Profissional em Promoção da Saúde da UniGuairacá Centro Universitário, e teve como objetivo ensinar crianças a importância da higiene bucal e como manter uma saúde oral adequada. “Elas ganharam escovas, pastas de dente, mas não sabiam ao certo como usar e nem tinham noção da importância. Meu trabalho foi de conscientização”.

Seu trabalho foi baseado em uma técnica chamada ‘Teatro do Oprimido’, desenvolvida por Augusto Boal, diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta brasileiro, uma das grandes figuras do teatro contemporâneo internacional. Ele acreditava que as artes cênicas funcionam como meio de transformação subjetiva do ser humano e transformação objetiva da sociedade. 
O projeto da aluna em Moçambique em foi dividido em quatro etapas:

  • Desenvolvimento da confiança: nesta fase, as atividades lúdicas ajudam as crianças a se soltarem e se familiarizarem com seus corpos, superando limitações e inibições.
  • Comunicação não verbal: a segunda etapa foca na comunicação não verbal, usando jogos com sons de animais e jogos da memória para mostrar que a comunicação vai além das palavras.
  • Educação odontológica: nesta fase, dentistas explicam o uso correto de escovas e pastas de dente, bem como as consequências da má higiene bucal.
  • Teatro de conscientização: na última etapa, as crianças encenam situações com problemas relacionados à saúde bucal, incentivando o diálogo e a conscientização.

O projeto de Daniela foi dividido em duas partes e foi aplicado em duas escolas. Ela ficou impressionada com a interação das crianças e envolvimento dos professores. “Conclui a atividade muito satisfeita. Quando perguntávamos o que estava acontecendo ali, elas queriam mostrar as escovas e as pastas de dentes, e explicar para que serviam. E o que me deixou muito contente foi o interesse dos professores, em querer saber como replicar as atividades”.